here, there and everywhere
Hoje no metrô parei e pensei que começo a me sentir em casa em Nova Iorque. As ruas de Manhattan, do Brooklyn, o comportamento das pessoas, as caras do mundo inteiro, as roupas, a poluição, a fumaça do aquecimento das casas saindo pelos bueiros, as pessoas usando intensivamente as praças públicas, o almoço sem arroz-e-feijão, a segregação étnico-espacial, tudo isso já me parece tão familiar...
O que não significa que eu "concorde"... a familiaridade é no sentido bobdyliano-beatnik de "anywhere I lay my head is home". Acho que isso é bom, porque me permite olhar além do estranhamento inicial.
O que não significa que eu "concorde"... a familiaridade é no sentido bobdyliano-beatnik de "anywhere I lay my head is home". Acho que isso é bom, porque me permite olhar além do estranhamento inicial.


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